Ninguém nesse mundo é completamente verdadeiro, ninguém é sempre bom, sempre amigável; não há ninguém que nunca tenha praticado o mal.
Temos em nossas mãos o maior presente de Deus, e ninguém é sábio o bastante para aproveitá-lo; nem o mais eminente dos supinos, nem o mais heróico dos seres, nem o mais amado dos amantes.
Aliás, ninguém necessita ser esse alguém; almejar vale, urgência disso não.
Acima de tudo somos humanos. Humano é sinônimo de errar, sinônimo de aprender, sinônimo de crescer.
Humano mesmo é aquele digno a ponto de auto criticar-se, de auto avaliar-se e de auto corrigir-se.
Até por que, resignar-nos sobre tais problemas só aumenta nossa fama de covardes. Assumamos os nossos erros, corramos atrás deles até atingirmos um eficiente aprendizado.
Tenhamos coragem para mudar a situação, criemos um instinto selvagem, agarremos o vento em suas velas, desamarremos de nossas mãos tudo o que nos priva de sermos melhores, de sermos humanos.
Honremos nosso nome, honremos nossos defeitos; são eles que nos mostram quem somos, mostram o quão somos fortes.
Afinal, basta uma nova primavera, para que o mundo mude de cor.
Faça como eu; ceda como eu cedi, acredite como acreditei, mergulhe nas águas que mergulhei, assopre o vento como assoprei.
Não tenha medo de ir à procura da felicidade, estamos nessa batalha para isso, e queremos sair dela vencedores.
Não se esqueça, não há vida sem a morte, e só há morte depois da vida.
Então viva, apenas viva.

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